
Belém é verde
Verde de vida
Vida vivida
Por nós habitantes de Belém
Bate no meu rosto o vento de Belém
Piso no chão o chão de Belém
Em Belém tudo tem
Viver em Belém faz bem.
Matheus Pojo
O Sub-projeto “Janelas do Saber’ abre a roda neste espaço cultural, para que os alunos da sexta série do Ensino Fundamental da Escola de Aplicação da UFPA possam vivenciar literatura por meio do uso inteligente da tecnologia a fim de desenvolver habilidades de leitura e escrita. Então, alunos, tudo neste projeto foi pensado para deixá-los bem à vontade. Postem comentários sobre os livros e os textos, respondam às enquetes propostas.
A leitura é uma fonte inesgotável de prazer mas por incrível que pareça, a quase totalidade, não sente esta sede.
Belém...
Belém é igual a um beija-flor está
Sempre repleto de flor,
Belém tem cheiro da Amazônia
Com árvores tão maravilhosas,
Que eu tiro de minha expiração,
Belém, tem danças bonitas como
Carimbo, como sei eu provo o seu sabor
A maniçoba e o Tacacá, pois lá
No ver-o-peso tem ervas a apreciar.
Ao Bosque lindos animais estão lá,
Uma vista bela Pará a Baia DO Guajará
Em outubro um mar de fé estará a brilhar
Com o Círio de Nazaré,
O seu povo hospitaleiro
Vamos todos aguardar a grande Belém do Pará.
Samuel Mendonça
Na minha cidade, as Mangueiras se consagram
Mas não pense besteira!
Não é porque elas se destacam
Que minha cidade é só Mangueira
A Praça da República
Esconde em seu chão
Gente nobre, gente de bem,
Vítimas da escravidão
Mas mesmo assim,
A praça não encobre formosura
Turista que por lá passa
Refúgio debaixo da Mangueira procura
E quando vou aos seus teatros,
Uma paz me vem reinar
Sem falar de como é bom
No bosque passear
Como é bom ver o peso
De tudo que é mais paraense
Como frutas e legumes regionais
Além de artigos religiosos
E ervas medicinais
O mercado Ver-o-Peso
É uma explosão de beleza e cores
De cheiros e sabores
Enchendo a alma dos visitantes
Já considerados habitantes
Açaí, Maniçoba, Tacacá
Caruru, Tucumã e Vatapá
São as iguarias de uma cidade
Que capricha no seu paladar
E no coração da cidade
A natureza é preservada com suas praças
As borboletas são a liberdade
Estou falando do Mangal das Garças
Crianças pulando nas ruas
Mulatas a passar
Essas são as estrelas do bairro Jurunas
Que brilham no Rancho Não Posso me Amofinar
Praça Batista Campos,
Fim de tarde...
Quanto romantismo!
Que se mostra sob as suas árvores
É fim de tarde, e o Sol,
Em meio às tantas aves que por lá decolam,
Vira fogo no carvão
Sem falar nas nuvens, gigantes algodões doces,
Tingidos de um colorido sem comparação.
Casinhas de miriti nos ombros
Pulseirinhas na mão e no pé
Vá nessa corda você também
E venha participar do Círio de Nazaré
Na minha cidade, as Mangueiras se consagram
Mas não pense besteira!
Não é porque elas se destacam
Que minha cidade é só Mangueira.