A leitura é uma fonte inesgotável de prazer mas por incrível que pareça, a quase totalidade, não sente esta sede.


Carlos Drummond de Andrade

terça-feira, 2 de dezembro de 2008

Belém


Belém é verde
Verde de vida
Vida vivida
Por nós habitantes de Belém
Bate no meu rosto o vento de Belém
Piso no chão o chão de Belém
Em Belém tudo tem
Viver em Belém faz bem.


Matheus Pojo

Belém...

Belém é igual a um beija-flor está

Sempre repleto de flor,

Belém tem cheiro da Amazônia

Com árvores tão maravilhosas,

Que eu tiro de minha expiração,

Belém, tem danças bonitas como

Carimbo, como sei eu provo o seu sabor

A maniçoba e o Tacacá, pois lá

No ver-o-peso tem ervas a apreciar.

Ao Bosque lindos animais estão lá,

Uma vista bela Pará a Baia DO Guajará

Em outubro um mar de fé estará a brilhar

Com o Círio de Nazaré,

O seu povo hospitaleiro

Vamos todos aguardar a grande Belém do Pará.

Samuel Mendonça

Além das Mangueiras...

Na minha cidade, as Mangueiras se consagram

Mas não pense besteira!

Não é porque elas se destacam

Que minha cidade é só Mangueira

A Praça da República

Esconde em seu chão

Gente nobre, gente de bem,

Vítimas da escravidão

Mas mesmo assim,

A praça não encobre formosura

Turista que por lá passa

Refúgio debaixo da Mangueira procura

E quando vou aos seus teatros,

Uma paz me vem reinar

Sem falar de como é bom

No bosque passear

Como é bom ver o peso

De tudo que é mais paraense

Como frutas e legumes regionais

Além de artigos religiosos

E ervas medicinais

O mercado Ver-o-Peso

É uma explosão de beleza e cores

De cheiros e sabores

Enchendo a alma dos visitantes

Já considerados habitantes

Açaí, Maniçoba, Tacacá

Caruru, Tucumã e Vatapá

São as iguarias de uma cidade

Que capricha no seu paladar

E no coração da cidade

A natureza é preservada com suas praças

As borboletas são a liberdade

Estou falando do Mangal das Garças

Crianças pulando nas ruas

Mulatas a passar

Essas são as estrelas do bairro Jurunas

Que brilham no Rancho Não Posso me Amofinar

Praça Batista Campos,

Fim de tarde...

Quanto romantismo!

Que se mostra sob as suas árvores

É fim de tarde, e o Sol,

Em meio às tantas aves que por lá decolam,

Vira fogo no carvão

Sem falar nas nuvens, gigantes algodões doces,

Tingidos de um colorido sem comparação.

Casinhas de miriti nos ombros

Pulseirinhas na mão e no pé

Vá nessa corda você também

E venha participar do Círio de Nazaré

Na minha cidade, as Mangueiras se consagram

Mas não pense besteira!

Não é porque elas se destacam

Que minha cidade é só Mangueira.


Camila Pastana